Ementas das Novas Disciplinas
Ementas das Novas Disciplinas do Currículo Novo da Sociologia

a) Obrigatórias

1.Teorias Sociológicas Clássicas I
A disciplina tem por objetivo estudar as reflexões teóricas de Alexis de Tocqueville, Karl Marx e Émile Durkheim. Visa contemplar, através da leitura das principais obras desses autores, a constituição do pensamento sociológico no que diz respeito à análise da sociedade, economia, política, religião, cultura e metodologia, bem como observar o contexto histórico e intelectual em que surgiram tais ideias. Nessa perspectiva, espera-se das/dos discentes tanto o domínio teórico da abordagem da contribuição desses clássicos, quanto o desenvolvimento da capacidade de reflexão, a partir da compreensão e do uso de suas categorias e conceitos fundamentais.

2. Teorias Sociológicas Clássicas II
A disciplina tem como objetivo estudar as reflexões teóricas elaboradas por Max Weber e Georg Simmel. Tem o intuito de contemplar, por intermédio da leitura de obras centrais desses autores, a constituição do pensamento sociológico no que diz respeito à análise da sociedade, da economia, da política, da religião, da cultura e da metodologia, bem como observar o contexto histórico e intelectual em que surgiram tais ideias. Nessa perspectiva, espera-se das/dos discentes tanto o domínio teórico da abordagem da contribuição desses clássicos, quanto o desenvolvimento da capacidade de reflexão, a partir da compreensão e do uso de suas categorias e conceitos fundamentais.

3.Teorias Sociológicas Contemporâneas II
A disciplina possui o propósito de abordar, numa perspectiva panorâmica, determinadas temáticas desenvolvidas pela teoria sociológica a partir dos anos 1980 e que em larga medida vêm pautando o seu debate nos diais atuais. Nesta direção, serão abordados um conjunto de temas que possuem articulação entre si, tais como: modernidade-pós-modernidade, modernidades múltiplas, debate pós-colonial, processo de globalização, epistemologias feministas, etc. Ao mesmo tempo, a disciplina explorará a contribuição de determinados autores, tais como Pierre Bourdieu, Norbert Elias, Anthony Giddens e Niklas Luhmann, Bruno Latour, bem como a releitura de autores que elaboraram suas obras em décadas anteriores do século XX.

4. Pensamento Social Brasileiro I
A disciplina almeja investigar alguns dos autores, obras, temas e questões que protagonizaram a cena intelectual brasileira a partir do século XIX e que viriam a se tornar referências centrais no pensamento social brasileiro. O recorte temporal contemplado pela disciplina se estende desde a primeira metade do dezenove até as primeiras décadas do século XX. Dentre as questões e temas abordados estão: a construção da nacionalidade brasileira, o peso da natureza tropical, a escravidão e as relações raciais, a formação do Estado, os rumos da economia brasileira, os regionalismos e o poder central, a dinâmica política, a herança colonial e a experiência da modernidade no Brasil. Os autores abordados incluem José Bonifácio, Visconde do Uruguai, Tavares Bastos, André Rebouças, Joaquim Nabuco, Silvio Romero, Euclides da Cunha, Nina Rodrigues, Manoel Bomfim, Alberto Torres e Oliveira Viana.

B) Disciplinas de Graduação da Linha de Pesquisa Violência e Segurança

1) Administração Institucional de Conflitos
A disciplina tem por objetivo discutir formas institucionais de administração de conflitos buscando problematizar a relação entre o Estado e o Controle Social tanto no Brasil quanto em outros contextos que permitam o exercício comparativo com a nossa realidade. Cabe ao Estado realizar o “monopólio do uso legítimo da violência física” que para isso estabelece uma estrutura política destinada ao controle dos comportamentos sociais considerados desviantes. É necessário, portanto, discutir o que vem a ser um grupo social desviante, bem como os mecanismos estatais destinados ao controle social. Inicialmente discutiremos algumas abordagens teóricas sobre o tema. Em seguida, partindo de uma perspectiva histórica, analisaremos as transformações pelas quais passou o Estado Brasileiro e suas conseqüências nos mecanismos de controle social. Finalmente trataremos da relação entre democracia e controle social. Tomaremos o caso do Brasil com ponto de partida para essa reflexão.

C) Disciplinas de Graduação da Linha deFeminismo, relações de gênero e raça:

1. Sociologia das relações de gênero
A disciplina abordará o conhecimento sociológico desenvolvido a partir da experiência social pautada pelas diferenças sexuais – seja como construção organizadora de modos de ser e modelos de comportamentos, seja como variável de pertencimento identitário dos sujeitos. Será apresentado o histórico do surgimento da categoria gênero para se falar sobre essas relações sociais não reconhecidas, até então, nas Ciências Sociais e Humanas. Uma variedade de abordagens e entendimentos a ela associados será considerada de acordo com campos teórico-políticos específicos, que a transformaram em categoria de análise de um conjunto de fenômenos sociais, históricos, politicos econômicos e psicológicos que, habitualmente, são vistos como naturais e isentos das relações de poder.

2. Sociologia das relações de raça
A disciplina tem por objetivo compreender os usos da categoria raça e seus derivados: racismo, anti-racismo, discriminação, preconceito, ação afirmativa. Dar-se-á ênfase ao uso da categoria raça tanto no contexto nacional quanto no contexto internacional. No contexto nacional, discutir-se-á os estudos que constituíram as diversas escolas de relações raciais no Brasil, bem como a contribuição de intelectuais negros, que nem sempre pertenceram ao mainstream acadêmico. Internacionalmente, serão discutidos os estudos modelares desenvolvidos na Europa, América do Norte, América Latina, Caribe, África, Oceania e Ásia

3. Sociologia e movimentos
Os impactos epistemológicos na Sociologia, e demais Ciências Sociais e Humanas, decorrentes das críticas e das bandeiras de luta promovidas pelos movimentos feministas a partir dos anos 1970 são o foco desta disciplina. Estudar-se-á a emergência de inesperados objetos de estudo e novas perspectivas teórico-metodológicas a partir de temas e perspectivas de apreensão da realidade social pautados pelas dinâmicas políticas desses movimentos, que desconstruíram a ideologia patriarcal de essencialização da masculinidade, feminilidade e das relações entre homens e mulheres nas sociedades. Foco será dado a conquistas e desafios na articulação entre academia e sociedade civil, em particular no Brasil.

4. Sociologia da violência na perspectiva das relações de gênero
Os estudos sociológicos sobre a violência de gênero, especialmente aquela dirigida à mulher, constituem-se em um campo teórico-metodológico fundado a partir das reivindicações do movimento feminista. Além disso, compõem um campo linguístico particular, ao contribuírem incisivamente para a nominação e intervenção no fenômeno nas esferas da segurança pública, da saúde, das políticas públicas e do judiciário. É pela perspectiva da categoria gênero que a disciplina fundamentará o entendimento da violência contra as mulheres emergir da questão da alteridade, distinguindo-se de outros conflitos e sendo motivada pela desigualdade baseada na condição de sexo das pessoas nela envolvidas.

5. Paradigmas transnacionais de estudos étnico-raciais
Tendo como pano de fundo a articulação entre globalização e a formação de identidades raciais, a disciplina propõe-se a estudar as várias respostas emancipadoras às ideias racistas e aos projetos coloniais surgidas ao longo do tempo nos mais diferentes lugares. Serão estudadas, entre outras, as contribuições aos estudos étnico-raciais de autoras e autores brasileiros, latino-americanos, chicanos, afro-americanos, africanos, asiáticos.

6. Paradigmas da categoria gênero e raça no contexto latino-americano
Muitas reflexões tem se desenvolvido sobre a categoria gênero no mundo. Contudo, ainda são recentes elaborações acadêmicas sobre a apropriação dessa categoria por ângulo latino-americano específico. O cruzamento de gênero e raça nas relações sociais do continente, enquanto objeto de estudo e de políticas, tem sido pouco visível em nossa tradição científica. A disciplina se propõe, portanto, a rastrear referências teóricas que se perguntam sobre a particularidade do referido cruzamento, buscando conhecer sua dinâmica e magnitude nas tramas públicas e privadas das desigualdades latinas de gênero e raça, bem como buscando um arcabouço interpretativo que avance sobre o tema pela perspectiva dos estudos latino-americanos.

7. Identidades sociais na interseccionalidade de gênero e raça
A disciplina abordará processos de identidade social e individual que se constituem tendo, por referência, a condição de gênero e raça. Serão discutidas cenas sociais e campos discursivos em que essa identidade se manifesta em práticas cotidianas, linguagens e sistemas simbólicos permeados por relações de poder. Teorias oriundas do feminismo negro serão basilares e transversais para se refletir sobre tais processos, bem como para se conhecer novas dinâmicas epistemológicas por elas trazidas aos pensamentos sócio-antropológico e feminista clássicos. O foco de análise se voltará, ainda, a formas de resistência e de transformação de sujeitos e grupos em contextos de ressignificação identitária.

8. Sociologia das diferenças sexuais
A disciplina abordará a construção social das diferenças sexuais a partir dos padrões de normalidade e desvio socialmente prescritos. Para tanto, será analisado o surgimento dos “anormais”, como, por exemplo, a/o prostituta/o, o/a homossexual, o/a criminoso/a e o/a louco/a, bem como a forma pelas quais as ciências sociais se relacionaram com práticas e discursos normalizadores. A discussão se iniciará com a formação dos saberes disciplinares modernos, entre os quais, a criminologia, a sexologia, a psiquiatria e a eugenia. Após a reconstituição do contexto histórico-cultural dos saberes e representações modernas sobre o desvio e a anormalidade, será estudado o modo pelo qual as diferenças foram tematizadas pela chamada segunda Escola de Chicago, por Norbert Elias, por Michel Foucault e, principalmente, pela abordagem crítica dos estudos feministas e de gênero.

D) Linha de Pesquisa Trabalho e Sociedade

1. SOCIOLOGIA DO TRABALHO

Serão estudados os autores clássicos e contemporâneos, bem como, questões referentes à linha de pesquisa Sociedade e Trabalho, a critério do/a professor/a que administrará a disciplina. Trata-se de questões referentes aos modelos de organização e gestão do trabalho; tempo de trabalho, intensidade e flexibilidade; movimento sindical; economia solidária; associativismo e cooperativismo; relações de gênero e raça no mundo do trabalho; trabalho e sociologia clínica; estratificação e discriminação social no mercado de trabalho; previdência e proteção social; trabalho formal e informal; pago e não-pago; trabalho escravo; legal e ilegal; trabalho produtivo e reprodutivo; trabalho e afeto; migrações e cooperação internacional:

2. SOCIOLOGIA DO TRABALHO E ECONOMIA SOLIDÁRIA
No Brasil são quase 2 milhões de trabalhadores envolvidos no setor da Economia Solidária. Considerando essa realidade a disciplina propõe uma abordagem que parte da reconstrução das relações entre economia e solidariedade na modernidade, visto como uma recomposição necessária à transformação da crise do assalariamento.

3. SOCIOLOGIA DO TRABALHO E RELAÇÕES SOCIAIS DE GÊNERO
A disciplina analisa questões referentes às relações de gênero no âmbito do trabalho produtivo/reprodutivo, doméstico e da economia do cuidado. Aborda a inserção das mulheres na economia formal, informal e doméstica; tipo de ocupação; renda/salários; qualidade do trabalho, jornada de trabalho, igualdade de oportunidades e realização pessoal. Reflete sobre as conquistas em termos de leis trabalhistas antidiscriminatórias quanto ao gênero, tendo em vista a inclusão e a valorização do trabalho feminino.

4. SOCIOLOGIA DO TRABALHO E QUESTÕES URBANAS
A disciplina analisa as diversas concepções da cidade, detendo-se nas teorias sociológicas clássicas, no surgimento da sociologia urbana com a Escola de Chicago e as suas influências nos estudos urbanos contemporâneos. Discute, igualmente, a complexidade do espaço urbano na atualidade, os novos padrões de segregação sócio-espacial, a formação de identidades culturais e de novas formas de sociabilidades, bem como, os processos de metropolização e suas relações com o trabalho.

5. SOCIOLOGIA DO TRABALHO E EDUCAÇÃO.
Na disciplina, discute-se a ligação entre os mecanismos de sucesso e seleção no mercado de trabalho e a formação educacional do trabalhador, através de abordagens teóricas e empíricas. Aborda-se a meritocracia e a desigualdade de oportunidades, as teorias funcionalistas e modernistas da educação, as teorias da reprodução social, a transição da escola para o mercado de trabalho, o descompasso entre a formação e a ocupação, e o impacto da educação nas desigualdades de renda.

6. SOCIOLOGIA DO TRABALHO E SOCIOLOGIA CLINICA
Refletiremos sobre os modelos atuais de gestão do trabalho enfocando a realidade das empresas, as formas cooperativistas e/ou atividades provenientes do setor informal. Para permitir essa reflexão focalizaremos o “trabalho prescrito” e, sobretudo, “o real do trabalho” nos modelos de gestão, definidos sob a égide da reestruturação produtiva de ordenamento neoliberal, em suas premissas de eficiência, qualidade e produtividade, que orientam a chamada economia de mercado.

7. ASSOCIATIVISMO, SINDICALISMO E GREVE
Associação, como resultado do estabelecimento de vínculos entre indivíduos, grupos na sociedade. Natureza dos vínculos. Diversas formas de associação. Associação, sindicato e classe social. Conceito de sindicato. Transição entre associação e sindicato. Evolução do sindicalismo no contexto internacional. Sindicalismo no Brasil. Ação sindical e Greve. Greves e outros movimentos sociais. Limites e problemas do sindicalismo e da greve nos dias atuais.

8. MERCADO DE TRABALHO E DISCRIMINAÇÃO.
A disciplina discute as abordagens teóricas e empíricas referentes à estratificação social e à discriminação no mercado de trabalho. Enfoca o conceito de discriminação; a relação entre esta e desigualdade; o preconceito versus a discriminação; os diferentes ângulos do estudo da estratificação social no mercado de trabalho; as estruturas e mecanismos discriminantes no mercado e as desigualdades de raça/etnia, gênero, status migratório e origem sócio-econômica.

9. TEMPOS DE TRABALHO, INTENSIDADE E FLEXIBILIDADE
O conceito de tempos sociais. Emile Durkheim. Norbert Elias. O conceito de tempos de trabalho. Karl Marx. A curva da evolução da duração da jornada de trabalho através do tempo. Tendências prevalentes na atualidade. A duração da jornada de trabalho em todo o mundo. Intensidade e o conceito de intensificação dos tempos de trabalho. Jornadas flexíveis e suas características. Duração, intensidade e flexibilidade dos tempos de trabalhos, impactos sobre a saúde das pessoas. Usos do tempo.

10. TRABALHO E AFETO
A disciplina discute o afeto a partir da perspectiva das neurociências e das ciências sociais. Aborda o trabalho de cuidado estabelecendo um diálogo entre esses campos do conhecimento. Analisa a afetividade dos cuidados através do conceito de habitus e da discussão dos poderes e hierarquias nas interações sociais dos cuidados realizados por mulheres cuidadoras de pessoas idosas em asilos e de Agentes Penitenciários em prisões, entre outros.

11. TÓPICO ESPECIAL
Sua ementa será elaborada de acordo com os interesses de quem for ministrá-la, em consonância com a demanda do corpo discente.

E) Linha de Pesquisa Cultura e Cidade

1. Cultura e Cidade
A proposta desta disciplina recupera a relação entre cultura e cidade a partir da triangulação entre fluxos globais do capital, mobilidades humanas (pessoas, imagens, ideias, objetos, etc.) e modos contemporâneos de simbolização e territorialização. Aborda-se a questão das intervenções espaciais, enquanto apropriações, usos e ressignificações das paisagens urbanas no tocante às teias abarcando círculos artístico-culturais, agências estatais, empresariado dos ramos de serviços voltados aos ramos do turismo e lazer, além de ONGs, movimentos e outros segmentos sociais.

2. Economia e Políticas do Simbólico
A proposta desta disciplina se volta à contemporânea triangulação entre cultura, economia e política. Assim, são de interesse a empiricidade composta pela variedade institucional e os limites postos às estratégias de encaminhamento de iniciativas culturais, incluindo os repertórios lógico-conceituais que deliberam as direções e objetos das políticas públicas. Bem como, ainda, as possibilidades de codificações das manifestações socioculturais na dinâmica de uma esfera pública voltada inscrita no comércio de informações tecnologicamente disponibilizadas. Mas também o que se refere aos fenômenos de mercantificação das estimas e da intimidade, na contrapartida, a apreensão sentimental das mercadorias. Considerando, então, as porosidades nas fronteiras do público e do privado mediante as intervenções da cultura e com esta da emoção no plano instrumental e, simultaneamente, das engrenagens dos trabalhos da/na cultura.

3. Sociologia do Consumo
A proposta desta disciplina se volta ao tema do consumo de bens e serviços enquanto uma perspectiva decisiva ao estudo das relações sociais contemporâneas. Espécie de miríade acoplando traços de classe, étnicos, etário-geracionais, de gênero e sexuais, entre outros, faz contracenar os planos macro e micro-sociológicos, além de concatenar elementos sincrônicos e aqueles relativos a dinâmicas históricas mais abrangentes. Nesse sentido, os objetivos aqui perseguidos se prendem aos dois seguintes aspectos: 1) mapear o percurso do debate teórico nas ciências sociais acerca da intercessão entre consumo monetarizado e relações sociais; 2) refletir a respeito das alternativas analíticas e interpretativas oferecidas por esse ponto de vista. Mas, igualmente, discutir a natureza das alterações histórico-estruturais que estariam delineando os contornos da sociedade de consumidores no compasso do advento e da consolidação da estrutura urbano-industrial e de serviços e, com isto, repercutindo na natureza mesma do objeto sociológico e dos meios epistêmicos mobilizados na sua cognição.

4. Sociologia Urbana
O curso de Sociologia Urbana tem como objetivo analisar as diversas concepções da cidade, detendo-se nas teorias sociológicas clássicas, no surgimento da sociologia urbana com a Escola de Chicago e as suas influências nos estudos urbanos contemporâneos. Discute igualmente a complexidade do espaço urbano na atualidade, os novos padrões de segregação sócio espacial, a formação de identidades culturais e de novas formas de sociabilidades. Concentra-se, principalmente nas metrópoles, grande parte dos problemas sociais como o desemprego, a exclusão social, as mudanças nas relações de trabalho, as diversas formas de manifestação da violência, os preconceitos étnicos raciais, oportunizando a apreensão de diferentes perspectivas sobre as transformações urbanas.

5. Sociologia da Cultura
O objetivo desta disciplina consiste em apresentar e discutir as linhas gerais do modo próprio à sociologia de abordar o tema da cultura e, ainda, expor quais correntes e autores nele se destacam. Problematizam-se as correlações estabelecidas entre níveis de coordenação e regulação de relações sociais e circuitos de produção e consumo de bens simbólicos, considerando a formação de subjetividades e as estruturas de sensibilidades. São priorizadas questões como: nexos entre processos de simbolização e de socialização; distribuição de recursos socialmente valorados como artefatos culturais; suportes técnicos e posicionamentos sociais; níveis culturais; distanciamento entre cultura e outras dimensões sociais.

6. Sociologia da Memória
Á luz da crescente evocação da memória em diferentes processos e relações sociais contemporâneos implicados ao cada vez mais abrangente domínio cultural, o objetivo da disciplina é traçar um quadro panorâmico dos percursos intelectuais que coincidem, no instante em que delineiam o terreno conceitual da memória e o investem do status de problema, objeto e categoria analítica no campo das ciências sociais. Assim, a atenção estará voltada à maneira como a discussão a respeito da memória é inserida nas ciências sociais e assegura um lugar próprio de pesquisa e de reflexão. Enfocar-se-á, ainda, as interfaces dessa evolução conceitual com os processos em curso nos atuais mundos sociais, em que a memória passa a deter relevo sócio-político e cultural, na medida mesma em que os dispositivos sociodiscursivos de enquadramento do lembrar e do esquecer conhecem significativa autonomia sistêmica.

F) Educação, Ciência e Tecnologia

1. Sociologia(s) da Educação
Inicialmente, a disciplina visa discutir determinadas contribuições teóricas que a sociologia clássica forneceu na exploração da relação entre educação e sociedade. Recorrendo a trabalhos elaborados por autores clássicos, o fenômeno educacional será cotejado com temas inaugurais da sociologia tais como: (i) sociedade de classes, (ii) integração social; (iii) dominação ideológica; (iv) processo de racionalização, etc. Num segundo momento procura-se explorar como o pensamento sociológico pós-guerra e contemporâneo aborda a temática da educação com questões tais como: (i) planejamento racional da sociedade: (ii) hegemonia política; (iii) mistificação das massas; (iv) pressões de democratização da vida social; (v) reprodução das relações sociais.

2. Ciência, Tecnologia e Sociedade
A disciplina deverá se deter na busca da compreensão de modelos explicativos, clássicos e contemporâneos, da atividade científico-tecnológica, com ênfase no contexto atual e na revolução científico-tencnológica em curso. Isto levará em conta a idéia de abordar a ciência e a tecnologia não apenas como formas de conhecimentos, mas, sobretudo, como processos sociais, historicamente condicionados. O foco central buscará ressaltar o “conteúdo social” da ciência e da tecnologia e sua multidimensionalidade, abordando elementos culturais, especialmente os aspectos éticos decorrentes do impacto das novas tecnologias no cotidiano das sociedades e a problemática da legitimação.

3. Sociologia da Tecnologia
A disciplina buscará abordar o significado e as implicações sociais a respeito da tecnologia, notadamente, as que se situam em áreas de ponta do conhecimento e do desenvolvimento científico-tecnológico. O objetivo fundamental é apresentar uma visão geral acerca da tecnologia, sua multimensionalidade – econômica, cultural e política –, os conflitos de interesses e as inúmeras controvérsias que a perpassam permanentemente, seja em sua geração, seja em decorrência de sua adoção pela sociedade. Também pretende-se realizar um questionamento sobre o modo como a sociedade pode interferir na tecnologia e em sua evolução, ao se destacar a importância do que tem sido chamado uma “cidadania ativa”.

4. Educação e sociedade
A disciplina visa abordar o debate que embasa o entrelaçamento educação e sociedade. Para tanto, deve recuperar a centralidade teórico-sociológica da educação enquanto objeto da sociologia para, assim, identificar as relações com as diversas formas concretas de prática educacional e algumas de suas principais implicações sociais. Feito esse balanço, pretende-se enfocar a relação de cultura e educação, tratando das variadas configurações, sobretudo de caráter institucional, assumidas pela educação, e o olhar específico que lhe foi concedido no contexto da sociologia, possibilitando que se aprofunde temas contemporâneos e coloque em questão desafios relevantes, tanto empíricos quanto teóricos, dessa perspectiva.

5. Ensino superior e globalização
A disciplina tem o objetivo de analisar sociologicamente transformações centrais do ensino superior contemporâneo, adotando uma perspectiva comparativa internacional. Possui o propósito específico de abordar a relação entre ensino superior e o processo de globalização, destacando questões tais como: (i) impacto da presença do mercado econômico e das tecnologias de informação no ensino superior; (ii) intensificação da mobilidade acadêmica no plano internacional; (iii) transnacionalização da oferta de ensino superior (branch campuses); (iv) emergência de rankings internacionais no contexto do ensino superior; (v) batalha internacional pela conquista da “excelência acadêmica” em nível internacional (world class university); (vi) formação de um mercado mundial hierarquizado de ensino superior (educação superior de massas x instituições de elite).

6. Ciência, educação e sociedade
O objetivo desta disciplina é contribuir para a compreensão dos variados e intrincados laços que se estabelecem entre a ciência, a educação e a sociedade. Nesse sentido, dirigir-se-á, notadamente, à produção do conhecimento e a seus condicionantes, sobretudo considerando o locus da ciência em seu aparato contemporâneo, através de universidades e institutos de pesquisa, problematizando a relação destes com a institucionalização e com as formas de socialização científica, entendidas sob variados matizes. Buscará, assim, orientar-se por perspectivas teóricas diversas, tendo como pano de fundo, entre outros, discutir questões ético-científicas e controvérsias da relação centro/periferia na produção e na disseminação da ciência.

7. Sociologia do conhecimento
Propõe-se com esta disciplina discutir o processo social de produção, circulação e legitimação do conhecimento na sociedade. Para tanto, pretende-se uma articulação de perspectivas teóricas com estudos de caso em que o conhecimento ocupe o centro do interesse. Buscar-se-á ainda discutir a relação do conhecimento científico com outras formas de conhecimento, atentando para a contextualidade e o caráter construído de todas as formas de conhecimento.

8. Sociologia da Inovação
A disciplina deve explorar a relação entre ciência, tecnologia, sociedade e inovação à luz de abordagens clássicas e contemporâneas em suas dimensões social, política, cultural e econômica da atividade de inovar, tendo como referência diferentes modelos explicativos. É importante enfatizar formas contemporâneas de intervenções do social e do político na produção social do conhecimento tecnocientífico para tratar o fenômeno da inovação. Deve-se, igualmente, abordar o papel da investigação científica e tecnológica na sociedade, incidindo, sobretudo, nos modos de intervenção e coordenação de diferentes categorias de atores na produção e disseminação de conhecimentos e inovações, e nas conseqüências do crescente envolvimento dos potenciais beneficiários da investigação (usuários) na concepção dos artefatos enquanto inovações tecnológicas. São temas centrais desta disciplina as diferentes formas de envolvimento dos cidadãos com as ciências, as tecnologias e as várias formas e configurações de conhecimentos nas sociedades contemporâneas, bem como as experiências de participação pública nas controvérsias tecnocientíficas características das sociedades democráticas modernas. As categorias de inovação, tecnociência, lócus de produção de conhecimento e modos de produção de conhecimento, cidadania e democracia são fundamentais para a discussão acerca da relação entre conhecimento científico e desenvolvimento tecnológico nos estudos sociais da inovação na contemporaneidade.

9. Ciência, Tecnologia e Sociedade
A disciplina deverá se deter na busca da compreensão de modelos explicativos, clássicos e contemporâneos, da atividade científico-tecnológica, com ênfase no contexto atual e na revolução científico-tecnológica em curso. Isto levará em conta a idéia de abordar a ciência e a tecnologia não apenas como formas de conhecimentos, mas, sobretudo, como processos sociais, historicamente condicionados. O foco central buscará ressaltar o “conteúdo social” da ciência e da tecnologia e sua multidimensionalidade, abordando elementos culturais, especialmente os aspectos éticos decorrentes do impacto das novas tecnologias no cotidiano das sociedades e a problemática da legitimação.

G) Teoria e Pensamento Social

1. Teoria dos Sistemas Sociais
Pretende-se contemplar a distintas abordagens sociológicas que se utilizaram do conceito de “sistema social” para compreender a sociedade. Em acordo com uma abordagem genética do campo teórico da “teoria dos sistemas”, busca-se apresentar a emergência do conceito de “sistema” e a sua apropriação pela sociologia. Dá-se ênfase à “escola parsoniana”, à teoria dos sistemas complexos e à teoria dos sistema-mundo.

2. Teoria crítica da sociedade
A disciplina Teoria Crítica da Sociedade visa situar a abordagem teórica filiada, sobretudo, à formulação esboçada por Max Horkheimer, notadamente na década de 1930, incorporando autores como Theodor W. Adorno, Walter Benjamin e Herbert Marcuse. Assim, retoma o contexto em que uma perspectiva crítico-dialética se insere na ascensão da teoria social para, posteriormente, recuperar a especificidade da proposta desenhada no âmbito do Institut für Sozialforschung, em Frankfurt am Main (Alemanha). Ao final pretende-se perpassar alguns dos debates contemporâneas suscitados a partir dos desenvolvimentos dos trabalhos que se aproximem, inclusive recorrendo a guinadas teóricas, dessa abordagem.

3. Teorias Sociológicas Marxista
A disciplina tem por objetivo promover uma introdução aos conceitos, ideias e teorias centrais da tradição marxista, bem como discutir o potencial heurístico desta tradição para compreender a sociedade capitalista contemporânea. Entre as temáticas a serem tratadas destacam-se: teoria do valor trabalho, teoria da alienação, ideologia, hegemonia e contra hegemonia, capitalismo monopolista, classes sociais e revolução; globalização, dependência e imperialismo.

4. Escolas sociológicas
Busca-se abordar as formulações teóricas da(s) escola(s) sociológica(s), recorrendo ao estudo sistemático dos textos e das perspectivas teóricas de autores que as constituam. Pode-se citar aqui, de maneira ilustrativa, algumas escolas que podem compor esse leque de alternativas, tal como o olhar do “positivismo”, a concepção de “Marx e os marxismos”, a “Escola sociológica francesa”, os “interacionismos simbólicos”, a “escola fenomenológica”, as óticas do “individualismo metodológico”, da “teoria do ator-rede” e da “teoria da escolha racional”, bem como a assim chamada “Escola de Frankfurt”. Entende-se que este modo de trabalhar intelectualmente possa colaborar na compreensão de muitos debates subjacentes à sociologia contemporânea.

5. Formação do pensamento sociológico
Esta disciplina tem por objetivo situar, em diferentes recortes, a formação de perspectivas, de modelos ou de olhares que sejam compreendidos enquanto pensamento sociológico. Assim, o escopo temporal se situa sobretudo no período que tem início com o século XX, e busca inserir certos autores em seu contexto formativo, de um lado, e observar a contribuição que tiveram para a formação e/ou consolidação do pensamento sociológico, de outro. Com isso, pressupõe-se uma fuga à lógica nacional ou paradigmática, em termos teóricos, para enfocar o conjunto de pensamento de certo(s) autor(es) escolhidos pela(o) docente.

6. Intérpretes do Brasil: clássicos e contemporâneos
A disciplina visita autores, obras e documentos clássicos e contemporâneos por meio dos quais foram e permanecem sendo projetados retratos e imagens do vasto e complexo conjunto de experiências constitutivas da chamada “formação social brasileira”. Pretende-se abordar olhares “de dentro” bem como olhares “estrangeiros” (exploradores, missionários, viajantes, cientistas), apreciando-os em suas especificidades, mas também cotejando-os com vistas à identificação de eventuais pontos de convergência e divergência. O recorte temporal adotado é amplo, de modo a permitir a percepção das inúmeras narrativas, modalidades discursivas e quadros de referência epistemológica através dos quais a “experiência brasileira” tem sido codificada e construída.

7. Teoria e Pensamento Social I / II / III
Nesta disciplina pretende-se abordar, sobretudo a partir de certa circunscrição de eixos temáticos, alguns dos enfoques sobre o diálogo entre diferentes campos disciplinares no interior das ciências sociais. Assim, a concepção de “pensamento social” deve ser tomada em sentido lato, visando incorporar explicitamente autores filiados à história, à antropologia e à ciência política, tendo por objetivo contribuir para a consolidação da relação interdisciplinar, explicitando a confluência de argumentos e pontos-de-vista bem como as especificidades de cada um desses olhares.

8. Pensamento Social no Brasil II
A disciplina almeja investigar alguns dos autores, obras, temas e questões que coloriram o universo intelectual e acadêmico brasileiro a partir da década de 1920. Dentre as questões e temas abordados estão: a institucionalização das ciências sociais no Brasil, a herança colonial, os desafios da modernização brasileira, a urbanização e seus impactos culturais, as relações raciais, a configuração política e os desafios à democratização brasileira, a dependência econômica e seus efeitos sociais e políticos, as desigualdades sociais, a identidade nacional, o Brasil no cenário mundial, a experiência da cidadania a singularidade da modernidade no Brasil. Os autores e “escolas” abordados incluem Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Paulo Prado, Gilberto Freyre, Sergio Buarque de Holanda, Caio Prado Jr., a “Escola Paulista de Sociologia” (Florestan Fernandes, Fernando H. Cardoso e Octavio Ianni), Raymundo Faoro, Guerreiro Ramos e a experiência do ISEB, além de temas e autores mais recentes, dentre os quais Maria Sylvia Carvalho Franco, Darcy Ribeiro, Roberto DaMatta e Francisco de Oliveira.

9.Sociologias Emergentes
A disciplina apresenta um apanhado de alguns movimentos teóricos emergentes nas ciências sociais contemporâneas abrindo espaço para iniciativas que proponham rupturas e descontinuidades com os modelos estabelecidos pela tradição de ensino e pesquisa na sociologia. São temas específicos deste curso as sociologias pós-coloniais, decoloniais, estudos subalternos, as chamadas teorias do sul, entre outras.

10. Teorias sociológicas contemporâneas e suas controvérsias
Esta disciplina pretende enfocar debates candentes no âmbito da teoria sociológica contemporânea. O pressuposto é tratar transversal e criticamente questões epistemológicas controversas e, de modo igualmente substancial, abordar diversas novas leituras ou reconfigurações propostas no que diz respeito à circulação do conhecimento, podendo citar-se, entre (muitos) outros, os problemas da (des)provincialização, das perspecticas decolonialistas e da legitimação de teorias oriundas além do eixo eurocêntrico ou estadunidense. No intuito de acompanhar estas discussões, a bibliografia indicada é sumária e ilustrativa, devendo ser delimitada de acordo com a ótica adotada pela(o) docente responsável.

11. Teorias Sociológicas da Modernidade
A disciplina almeja investigar o discurso sociológico da modernidade, abordando-o em algumas de suas mais expressivas e impactantes manifestações, modalidades e modulações. Serão visitadas obras e reflexões que coloriram esse debate, desde seus precursores na segunda metade do século XVIII até seus críticos e herdeiros mais recentes. Pretende-se abordar criticamente certas narrativas que buscaram codificar a experiência moderna, em suas várias dimensões, com referência a diversas regiões do globo: as visões dos clássicos, as teorias da modernização e seus críticos, os discursos dependentistas, o resgate do projeto da modernidade, os debates em torno das noções de globalização, pós-modernidade, modernidades múltiplas e modernidade global, bem como as críticas pós-colonial e decolonial.

12. Epistemologia das ciências sociais
Tem-se o intuito de, primeiramente, oferecer um panorama de debates de cunho epistemológico no âmbito das ciências sociais, estabelecendo as formas de diálogo e ruptura com a filosofia. Se isso significa retomar, de passagem, debates da virada do século XIX para o XX, o foco da disciplina é voltar o olhar para os desenvolvimentos recentes desses pressupostos. Nesse sentido, busca-se enfocar os processos de surgimento e legitimação das distintas ciências sociais e, de modo específico, do saber sociológico, abordando também as especificidades e os fundamentos empíricos dos tipos de explicação e interpretação produzidos pelas ciências sociais.

H) Política, Valores, Religião

1. SOCIOLOGIA POLÍTICA
O objetivo deste curso consiste em instrumentar os alunos da graduação com referencial teórico inicial que lhes permita proceder a análises sociológicas da política em sua em suas dimensões institucionais e de ação. Serão discutidas obras de autores clássicos e contemporâneos para compreensão dos fenômenos políticos enquanto sistemas e processos. Temas como o da representação e participação política, estrutura e dinâmica das instituições políticas, cultura e modelos políticos serão privilegiados. Serão também objeto de estudo obras que se preocupam em interpretar sociologicamente o sistema politico brasileiro, desde suas origens até a sua formação mais recente.

2. A SOCIOLOGIA DO PODER
A disciplina tem como objetivo estudar o conceito de poder em diferentes concepções e tradições, privilegiando dois enfoques: o poder identificado com a dominação, que tem no Estado moderno a expressão mais acabada; e o poder como resultado de acordos quanto ao agir comum, que pressupõe a construção de diálogos e possibilidades de consensos. A partir da leitura da contribuição de diversos autores, o curso pretende desenvolver reflexões sobre esse conceito que possibilitem sua aplicação no desenvolvimento de pesquisas teóricas e empíricas, com recortes adequados à análise desse fenômeno social.

3. SOCIOLOGIA DA IDEOLOGIA
A disciplina visa discutir a construção do conceito de ideologia nas ciências sociais e ressaltar suas múltiplas faces. Procura distinguir o debate no campo conceitual ou estabelecer elos comuns entre diferentes compreensões e enfoques do tema. Pretende privilegiar três abordagens ou conceitos diferentes de ideologia: o de falsa representação ou o da ideia de si que nunca é em si, mas um simbolismo ou uma percepção construída sobre si; o da ideologia como um sistema de valores estruturantes da vida social; e o da ideologia como a lógica de uma ideia totalitária. Os eixos centrais que articulam a disciplina são a relação entre ideologia, poder e valores.

4. PENSAMENTO POLÍTICO BRASILEIRO
O curso Pensamento Político Brasileiro visa discutir as obras de autores clássicos e contemporâneos que buscam compreender o funcionamento das instituições políticas nacionais e a ação dos atores envolvidos. Será debatido o processo de desenvolvimento e consolidação da democracia no Brasil, a partir de uma perspectiva sociocultural. Espera-se contribuir para a longa discussão que envolve a laboriosa busca do reconhecimento das especificidades nacionais, entre as quais se encontra a maneira de pensar e fazer política no Brasil.

5. SOCIOLOGIA ECONÔMICA
A disciplina tem como propósito introduzir os conceitos fundamentais da sociologia econômica. O pressuposto maior é tratar a economia parte de um sistema social. Serão trabalhados os conceitos de ação econômica e social, ator econômico social, tipos de racionalidade na economia, estrutura social e construção social do mercado, a teoria social e econômica das organizações, a relação entre cultura e capitalismo na perspectiva de autores clássicos e contemporâneos.

6. SOCIOLOGIA RURAL
O programa visa apresentar e discutir, a partir de uma perspectiva sociológica, as principais questões que perpassam o meio rural, a agricultura e seus mercados na atualidade; enfocar os aspectos mais relevantes da problemática.
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